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Por Guilherme Korte
A introdução
do Islamismo na China, mostra freqüentes contatos entre a China e os países
árabes. Desde a dinastia Tang, (618 - 907)até a dinastia Song
(960-1279), muitos comerciantes muçulmanos de terras árabes e da Pérsia
chegaram à China por rotas marítimas e pelo caminha da seda.
Muitos
comerciantes se casaram com mulheres chinesas e se estabeleceram no
território, transformando-se nos primeiros muçulmanos chineses. A
conquista da Ásia central e ocidental pelos mongóis no século 13, um
grande número de árabes, persas e turcos vieram e estabeleceram morada
no
pais. A crença religiosa comum, criou uma nova nacionalidade muçulmana,
a nacionalidade Hui da China. Os muçulmanos Hui têm muito em comum com
outras nacionalidades chinesas. Posteriormente, os grupos étnicos do
noroeste , incluídos as nacionalidades Uygur, Kazak, Ozbek, Tayik,
Tatar, Kirguiz, Salar, Dongxiang e Bonan, se converteram islâmicas.
Agora a China, tem 20 milhões de habitantes muçulmanos, a maioria dos
quais vivem nas regiões de Xinjiang, Ningxia, Gansu e Qinghai. Estão
também presentes em outras regiões do pais. A vida dos muçulmanos na
China, melhoraram muito desde 1949, suas liberdades religiosas são
garantidas pela constituição e outras leis. Em 1953, se estabeleceu a
Associação Islâmica da China, uma organização nacional de muçulmanos.
Esta organização ajuda o governo a implantar a política de liberdade
religiosa e popularizar a cultura islâmica. A associação publica a
revista "Muçulmanos na China", e dirige 9 institutos teológicos
islâmicos. Hoje a China possui 34.928 monastérios, 45.051 imãs (líderes
religiosos)e 23.480 discípulos que estudam em institutos teológicos
islâmicos em diversas regiões do pais. Agora, com a política de
reforma e abertura, , com maior poder aquisitivo, viajam em média 5 mil
muçulmanos chineses por ano à Mecca, cidade sagrada islâmica.
http://www.embchina.org.br
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